Encontros que marcam

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Alguns cientistas e médicos defendem com fortes argumentos a capacidade de racionalização intrauterina do ser humano; ou seja, para alguns letrados da área da saúde, os bebês podem, ainda no útero, racionalizar ou entender algumas coisas que estão acontecendo fora do aconchego do ventre materno. O que se defende é que, embora não percebam necessariamente o que está ocorrendo, os fetos definitivamente não estão alheios ao que se passa do lado de fora.

Um dos relatos bíblicos que nos ajudam a refletir sobre o Advento é o encontro de Jesus com Seu primo João Batista, o primeiro ainda no útero de Maria e o outro no útero de Isabel. O texto bíblico nos diz que, assim que as “barrigas” se encontraram, João Batista se remexeu no ventre de sua mãe por ter sentido que, no outro ventre, havia alguém muito especial.

Que encontro maravilhoso! Jesus ainda nem tinha nascido, mas, por ser cheio da graça e do amor de Deus, ao encontrar-Se com Seu primo, que também ainda não tinha nascido, marcou sua vida para sempre. E assim ocorria todas as vezes que Jesus encontrava com alguém: a vida dessa pessoa já não seria mais a mesma. Fosse nas casas, na sinagoga ou à beira do caminho, nos encontros com Jesus a cura acontecia, o milagre acontecia, a salvação acontecia.

Natal é tempo de encontro e, para muitos, de reencontro – um tempo propício para as famílias se reverem. É uma data única para aqueles que não têm o privilégio de conviver de perto com seus familiares. Mas o principal e mais importante encontro que precisamos ter no Natal é com o menino Jesus, o qual nos ensina, por meio de sua simplicidade e humildade, que o verdadeiro valor da vida está nos encontros que ela nos proporciona. Que coisa maravilhosa podermos nos encontrar com quem amamos! E esse encontro não precisa estar associado a presentes ou a comida. O simples fato de celebrarmos o Deus que nos dá a vida já é muito bom!

Quem se encontrava com Jesus durante Seu ministério terreno tinha sua vida marcada por Ele e por isso decidia segui-lo. Uma vez que isso acontecia, os outros passavam a associar aquela pessoa a Jesus e, ao se depararem com um seguidor de Cristo, era como se tivessem encontrado o próprio Mestre.

O ideal é que a presença de Jesus em nós seja tão marcante que, ao nos encontrarmos com outras pessoas, elas percebam que temos algo muito especial em nós e sintam o amor de Deus por meio da nossa vida.

Que os encontros que teremos neste Natal sejam marcados pela manifestação da presença santa, justificadora e redentora do nosso Salvador!

Pr Tiago Valentim

Do amigo e pastor,
Pr. Tiago Valentin

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